Pesquisas

 Vários cientistas já as pesquisaram e estudaram as pedras discóides, incluindo laboratórios norte-americanos e europeus, o CTA – Centro Tecnológico Aeroespacial e a faculdade a PUC/RJ. As amostras que foram encaminhas ao CTA foram cortadas ao meio e exames de Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) e análises por Espectrometria da Energia Dispersiva de Raio-X (EDS) foram realizados nas seções de corte das amostras. Foi também conduzida uma análise de espectrometria de infravermelho, que foi realizada no setor de espectroscopia de infravermelho do Laboratório Instrumental (CIN-IR) da divisão de Química (AQI) do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) do Centro Técnico Aerosespacial (CTA).
Na Espanha foi publicado um artigo na revista espanhola ANO CERO de número 01-138, cujos pesquisadores envolvidos foram: Maria Trigo, astAmostras de Pedras discóidesrônomo da Universidade JÁUME-I de Valência, Harro Zimmer, do observatório de Berlim-Alemanha, Jordi Llorca do departamento de química inorgânica da Universidade de Barcelona, Jesus Martines Frias, do Centro Superior de Investigações Cientificas, Peter Sturrock, professor de física e astronomia da Universidade de Stanford, Dr.James Harder, cientista e ufólogo, Roger Ojilvie, Professor do Instituto Tecnológico de Massachusetts, Bronislaw Rzepecki, cientista da Academia de Ciências de Tomsk,. Além disso as empresas japonesas Hitachi Metal e Matsutani Seisakusho e o laboratório de espectrometria da Universidade Federal do Rio de Janeiro também participaram dessa pesquisa.

O resultado de todas as análises mostraram que a composição do material é do tipo argilosslider_amostra_pedras_discoides5_reso, similar ao que se encontra na superfície do planeta marte (com propriedades similares), o qual provoca a sua coloração avermelhada. O interessante é que na Terra não existe livremente na natureza essa composição de elementos como a das pedras discóides. Todos os seus minerais compõem o campo eletromagnético do Cobalto quando excitado (o cobalto é o elemento de número 27 na tabela periódica) para emissão radioativa.

A pesquisadora americana Linda Moulton Howe também encaminhou algumas pedras para serem analisadas em laboratório americano. O biofísico e geólogo Gomma que as analisou descobriu campos magnéticos em duas pedras. Isso corresponde a capacidade magnética criada pela associaçao dos minerais. Gomma fatiou-as e, usando um microscópio petrográfico, surpreendeu-se com os resultados.

As pedras são incrustadas de cristais de quartzo – o que é comum. Mas seus cristais apresentam a superfície derretida. Ou seja, as pedras, antes de possuírem a forma discóide, se encontravam a uma temperatura de no mínimo 1200o C, anulando a teoria de que essas formações possam ter surgido do gotejamento por saturação, em cavernas – visto que o processo é obtido a frio.

Além dos cristais de quartzo derretidos, foi encontrado incrustado nas pedras discóides vários cristais de Cubanita (identificados através de pontos brilhantes nas amostras), que é um minério extremamente raro na natureza. Para possibilitar sua formação, este minério supõe uma ordem perfeita (componentes, quantidade, etc). Tudo o que possa envolver a formação de um minério necessita estar bem ajustado, se não nada ocorre. A cubanita é tão rara que, na literatura especializada, apareceu há poucos anos atrás. Segundo estudos a cubanita não existe livremente na terra, mas sim vem em meteoros do espaço ou do choque com algum outro corpo celete como por exemplo os cometas.

Comparação das análises de espectrometria IR nas pedras discóides

Comparação das análises de espectrometria IR nas pedras discóides

Entretanto, o que mais impressionou o geólogo foi o fenômeno de a estratificação (forma como as camadas de sedimentos se acumulam) se apresentando de dentro para fora, em espiral. Normalmente, as camadas são depositadas uma em cima da outra pela ação da gravidade, ou em círculos concêntricos, como ocorre em gotejamento nas cavernas. Gomma não entende como isso possa ocorrer.
As pedras discóides – diz – sofreram algum tipo de força em espiral.
A única maneira de “produzir” esta pedra é com uma energia espiral, é como se tivesse um vórtice de energia, um tornado fabricado várias pedras, pois de nenhuma outra forma possível ela poderia ter sido “fabricada”. Foi descartada também a hipótese de vulcões a terem produzido pelas diferenças de tamanhos, cores e composições, elas saem do padrão da 3a dimensão; e na Terra hoje, não existe nenhuma tecnologia que possa fabricar algo igual, mesmo se colocassem numa forma, poderiam ter o mesmo formato, mas não teriam a mesma fusão, é impossível, além da cubanita não existir na Terra.