O Que são as Pedras Discóides

altElas caem na região do Portal como uma “chuva”, que é provocada por algumas naves extraterrestres.

Todas têm o formato discóide, variando apenas o tamanho. Há pedras de 20, 30, 50 quilos.

 

 

Formação

Formam-se no ar pela irradiação do campo eletromagnético de naves extraterrestres. Essa irradiação provoca a fusão dos metais e minerais existentes no subsolo, dando-lhes a forma discóide, cujo formato perfeito causa perplexidade.

O campo eletromagnético das naves é acompanhado por um controle muito fino (nível atômico), que reagrupa os minerais no ar. Quando o processo termina, as pedras se precipitam, criando uma “chuva de pedras”.

Tomam a forma das naves que as produziram. Podem ser de origem extraterrestre, em forma discóide ou proveniente de origem intraterrena, em forma de pião.

Sua composição se assemelha à do corpo humano, e interage com o nosso campo energético, estabilizando-o, podendo realizar inclusive a autocura energética, emocional e física.
São encontradas também incrustadas no magma das rochas que foram derretidas na região a 450 milhões de anos.

Em uma escavação realizada na região, foram encontradas varias pedrinhas incrustadas em várias posições. Segundo a análise de geólogos, isso se deu quando MS era deserto, quando não havia nem um morro na região, que era toda plana.

Foram várias camadas de areia e argila sendo depositada uma sobre a outra. A datação é de cerca de 450 milhões de anos, significando que as pedrinhas são muito mais antigas do que a formação existente na região.

Estão incrustadas, pois nos acontecimentos com relação à parte geológica, elas já existiam e foram sendo materializadas em diversas camadas em tempos diferentes, por isso encontramos pedrinhas no primeiro cm, depois de 2 metros, 5 metros, etc. Nos 20 metros pesquisados, foram encontradas pedras em todas as camadas.

Se essa rocha tem pelo menos 450 milhões de anos a pedrinha tem quase a idade da Terra, pois ela já existia bem antes disso, segundo a pesquisa dos geólogos. Isso nos possibilita uma noção sobre a época em que os seres extraterrestres vêm visitando a Terra, desde quando eles vêm deixando sinais para nós. Ainda hoje, elas se fundem pelo mesmo processo.

Tudo que está na faixa de 19o de latitude Sul ou Norte e cada metro cúbico de ar tem 500 volts de carga elétrica. Se soubermos captar essa energia e direcioná-la da maneira certa, imagine o que pode ser produzido no local.

Existem pedrinhas mais claras, mais escuras, amareladas, rajadas, cada uma delas relacionada a algumas freqüências e aos vórtices de energia da Terra, dependendo da região de sua procedência.
Quanto mais manipuladas forem, tanto mais escuras, lisas e consistentes se tornam. Quanto mais acelerada for a vibração energética da pessoa que as manipula, tanto mais reduzidas se tornam.
Além das discóides, existem as pedras esféricas, resultado da queima da energia das caneplas.

Essas pedras discóides possuem várias propriedades:

1o – Serve para conexão direta com os seres extraterrestres, como um transmissor/receptor. Em qualquer lugar do mundo em que a pessoa esteja, se portar a pedrinha, eles saberão onde a pessoa está.
2o – Equilibrar a energia dos chakras. Elas devem estar sempre junto à pessoa, sendo o ideal pendurá-la no pescoço porque está ligado diretamente ao timo, ao coração e o amor incondicional, propagando assim, de uma maneira indireta. Normalmente mudam de cor, e com o tempo escurecem. Essas pedrinhas servirão também como se fosse uma “bateria” para a pessoa.

3o – Serve para resgate. Se a pessoa estiver com a pedrinha e se precisar ser resgatada de qualquer ponto do planeta, estará “a salvo”. A pedrinha materializada (que alguns já materializaram) é melhor ainda; além disso, é bom decalcar a sua simbologia com o ouro materializado pela pessoa.

4o – Ligada ao Dourado (novo sistema econômico-financeiro em implantação), a quantidade de pedrinhas guardada em um determinado local da fazenda pode ser distribuída para toda a população (existe mais de 7 bilhões de pedrinhas). A pedrinha pode ser trocada por um cartão do Dourado, funcionando assim a sua parte comercial (financeira) e neste caso não tem nada à ver com a parte energética. Quanto maior o número de pessoas que portar essa pedrinha, e trocá-la pelo Dourado, maiores ganhos para todos. A pedrinha será uma espécie de antichip (oposta ao sistema do GO).

Se a pessoa estiver diante de algum perigo, de algo negativo, a pedra pode desaparecer ou se quebrar, voltando a aparecer ou juntar seus pedaços cerca de dez dias depois de passado o perigo. Caso isso não aconteça, é porque o perigo era muito grave. É como se fosse uma proteção.

Importante ressaltar que não são pedras milagrosas, não são amuletos, e que apenas no Brasil elas têm surgido. Além do Mato Grosso do Sul, em São Paulo também há uma região onde elas estão sendo encontradas.
Há também as pedras esféricas, que são sondas, cuja capacidade energética foi esgotada. Como seu campo de força diminui, ela se solidifica de acordo com a composição dos minerais que a abasteciam.
São igualmente encontradas no Mato Grosso do Sul e quem as possui, deve guardá-las em casa, em local acessível, para que a pessoa passe por ela pelo menos uma vez por semana para que seu campo vibratório se mantenha estabilizado.
Pesquisas


Vários cientistas já as pesquisaram, incluindo laboratórios norte-americanos e europeus, o CTA – Centro Tecnológico Aeroespacial e a faculdade a PUC/RJ.
Foi publicado um artigo na revista espanhola ANO CERO de número 01-138. Os pesquisadores envolvidos foram: Maria Trigo, astrônomo da Universidade JÁUME-I de Valência, Harro Zimmer, do observatório de Berlim-Alemanha, Jordi Llorca do departamento de química inorgânica da Universidade de Barcelona, Jesus Martines Frias, do Centro Superior de Investigações Cientificas, Peter Sturrock, professor de física e astronomia da Universidade de Stanford, Dr.James Harder, cientista e ufólogo, Roger Ojilvie, Professor do Instituto Tecnológico de Massachusetts, Bronislaw Rzepecki, cientista da Academia de Ciências de Tomsk, as empresas japonesas Hitachi Metal e Matsutani Seisakusho e o laboratório de espectrometria da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O resultado das analises mostraram que a composição do material analisado é do tipo argiloso, que se encontra na superfície do planeta marte (mesmas propriedades), o qual provoca a sua coloração avermelhada, e que na Terra não existe na natureza essa composição de elementos como ela. Todos os seus minerais compõem o campo eletromagnético do Cobalto quando excitado (o cobalto é o elemento de número 27 na tabela periódica) para emissão radioativa.

A pesquisadora americana Linda Moulton Howe levou algumas pedras para serem analisadas em laboratório. O biofísico e geólogo Gomma descobriu campos magnéticos em duas pedras. Ele fatiou-as e, usando um microscópio petrográfico, surpreendeu-se com os seguintes resultados:

As pedras são incrustadas de cristais de quartzo – o que é comum. Mas seus cristais apresentavam a superfície derretida. Ou seja, as pedras, antes de possuírem a forma discóide, se encontravam a uma temperatura de no mínimo 1200o C, anulando a teoria de que essas formações possam ter surgido do gotejamento por saturação, em cavernas – visto que o processo é obtido a frio.

·Além dos cristais de quartzo derretidos, foi encontrado incrustado na pedra vários cristais de Cubanita (pontos brilhantes), um minério extremamente raro na natureza. Para possibilitar sua formação, este minério supõe uma ordem perfeita (componentes, quantidade, etc). Tudo o que possa envolver a formação de um minério necessita estar bem ajustado, se não nada ocorre. A cubanita é tão rara que, na literatura especializada, apareceu há 4 anos. Antes não havia informação sobre ela. Cada cristal de cubanita tem uma vida própria e uma freqüência eletromagnética que pulsa sozinha, é como se fosse uma pedra viva, e na Terra não existem cristais de cubanita, eles só vêem do espaço afora, quando meteoros trazem ou do choque de algum outro corpo celeste (cometas).

Dois outros tipos de cristais encontrados não puderam ser identificados pelo professor Gomma, quanto à sua composição. Trata-se de algo desconhecido – afirma.

Entretanto, o que mais impressionou o geólogo foi o fenômeno de a estratificação (forma como as camadas de sedimentos se acumulam) se apresentando de dentro para fora, em espiral. Normalmente, as camadas são depositadas uma em cima da outra pela ação da gravidade, ou em círculos concêntricos, como ocorre em gotejamento nas cavernas. Gomma não entende como isso possa ocorrer.
As pedras discóides – diz – sofreram algum tipo de força em espiral.
A única maneira de “produzir” esta pedra é com uma energia espiral, é como se tivesse um vórtice de energia, um tornado fabricado várias pedras, pois de nenhuma outra forma possível ela poderia ter sido “fabricada”. Foi descartada também a hipótese de vulcões a terem produzido pelas diferenças de tamanhos, cores e composições, elas saem do padrão da 3a dimensão; e na Terra hoje, não existe nenhuma tecnologia que possa fabricar algo igual, mesmo se colocassem numa forma, poderiam ter o mesmo formato, mas não teriam a mesma fusão, é impossível, além da cubanita não existir na Terra.

Muitas delas são ocas por dentro, outras possuem uma massa branca que não conseguiram identificar, pois não existe na Terra.

Pedras discóides     alt
A conclusão final foi de que 97% dos objetos analisados são impossíveis de serem fabricados com tecnologia terrestre.
As pedras também foram analisadas pelo CTA – Centro Tecnológico Aeroespacial em 25/09/2003.
Após serem submetidas a exames laboratoriais, mostraram que as pedras são compostas por camadas e que essas camadas apresentam morfologias semelhantes, diferenciando-se apenas pelo tamanho das partículas que as compõem. As análises indicaram que os elementos químicos presentes nas diversas camadas observadas são praticamente os mesmos: Ferro, Oxigênio, Silício, Alumínio e Potássio, sendo que nas camadas com partículas mais finas observou-se a presença de traços de Titânio.
Os prováveis compostos presentes são: SiO2, Óxido Silício; Fe2O2, Óxido de Ferro; Fe2(TiO3) Óxido de Ferro e Titânio; K2O, Óxido de Potássio e Li2Al2Si2O2, Óxido de Alumínio e Lítio.
Quando foi aquecida à 1.400º Celsius apresentou um aumento de volume com a formação de uma camada vitrificada esverdeada na sua superfície, com a formação de compostos amorfos, havendo a formação de vidrificação durante o aquecimento e uma grande porosidade.

Cristal de Cubanita
alt Análise feita na PUC, RIO DEPARTAMENTO DE QUÍMICA, LABORATÓRIO DE ESPECTOMETRIA DE EMISSÃO ATÔMICA ICP – AES. DATA 16/05/96

Determinação dos elementos principais e traços mais relevantes, em uma amostra de hidróxido férrico hidratado:

 

ELEMENTO
QUANTIDADE
ELEMENTO
QUANTIDADE
Fe (ferro)
37%
Al (aluminio)
1.6%
Si (silicio)
17%
Na (sódio)
0.33%
Ti (tálio)
0.20%
V (vanádio)
0.19%
Pb (chumbo)
416 ppm
Mg (magnésio)
204 ppm
Zn (zinco)
22 ppm
Cu (cobre)
40 ppm
H20 (água)
80%