Universidade da Pensilvânia

Em junho de 2003 a pesquisadora Linda Moulton Howe encaminhou amostras de pedras discóides ao Departamento de Terra e Ciências Ambientais da Universidade da Pensilvânia na Califórnia-USA.

O Geólogo Ph.D. Omar Gomaa, professor e pesquisador da Universidade da Pensilvânia conduziu testes das amostras em microscópio petrográfico. Os resultados foram surpreendentes.

A análise preliminar de Gomaa indicou a presença de campos magnéticos nas pedras. Isso corresponde a capacidade magnética criada pela associaçã0 dos minerais. Gomma fatiou-as e prosseguiu a análise utilizando um microscópio petrográfico.

As pedras são incrustadas de cristais de quartzo – o que é comum. Mas seus cristais apresentam a superfície derretida. Ou seja, as pedras, antes de possuírem o formato discóide, se encontravam em uma temperatura de no mínimo 1200 graus Celsius, anulando a teoria de que essas formações possam ter surgido de gotejamento por saturação em cavernas ou por concreção, visto que esses processos são obtidos a frio.

Além dos cristais de quartzo derretidos, foi encontrado incrustado nas pedras discóides vários cristais de Cubanita (identificados através de pontos brilhantes nas amostras), que é um minério extremamente raro na natureza. A cubanita normalmente é encontrada somente em meteoritos, sendo tão rara que, na literatura especializada, apareceu somente há poucos anos atrás. Segundo estudos recentes, a cubanita não existe livremente na terra, mas sim somente vem em meteoros do espaço ou do choque com algum outro corpo celeste, como por exemplo os cometas.

Entretanto, o que mais impressionou o geólogo Ph.D. Gomaa foi o fenômeno da estratificação (a forma como as camadas de sedimentos se acumulam) se apresentando de dentro para fora, em formato espiral. Normalmente, as camadas são depositadas uma em cima da outra pela ação da gravidade, ou em círculos concêntricos, como ocorre por gotejamento nas cavernas. Gomma não entende como isso possa ocorrer.


As pedras discóides – afirma Gomaa – sofreram algum tipo de força em espiral.
A única maneira de “produzir” esta pedra é com uma energia espiral, é como se tivesse um vórtice de energia, um mini tornado fabricando várias pedras, pois de nenhuma outra forma possível ela poderia ter sido “fabricada”.

Ficou descartada também a hipótese de vulcões as terem produzido pelas diferenças de tamanhos, cores e composições. Hoje na Terra não existe nenhuma tecnologia que possa fabricar algo igual, mesmo se colocasse em uma forma, poderiam ter o mesmo formato, mas não teriam a mesma fusão.