Análises

As pedras discóides foram analizadas por difersos laboratório, incluindo laboratórios norte-americanos e europeus, o CTA – Centro Tecnológico Aeroespacial e a faculdade a PUC/RJ. As amostras que foram encaminhas ao CTA analisadas com exames de Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) e análises por Espectrometria da Energia Dispersiva de Raio-X (EDS) foram realizados nas seções de corte das amostras. Pedra Discóide Amostra 6 Foto 18Foram também conduzidas  análises de espectrometria de infravermelho, que foi realizada no setor de espectroscopia de infravermelho do Laboratório Instrumental (CIN-IR) da divisão de Química (AQI) do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) do Centro Técnico Aerosespacial (CTA). O Departamento de Química da PUC do Rio de Janeiro realisou análises no Laboratório de Espectrometria de Emissão Atômica ICP-AES

Diante de todas as pesquisas as conclusões finais é que 97% das amostras analisadas são impossíveis de serem fabricados com tecnlogia terrestre, sendo também impossível sua geração de forma natural, seja por gotejamento, concreção ou qualquer outro método de formação natural, já que as camadas são dispostas de forma espiral e existem elementos que não são encontrados livremente na natureza, como a cubanita que já foi abordada em uma das pesquisas.